Antônio Júlio de Azevedo Júnior, 53 anos, engenheiro
1 - O que o motivou a procurar o médico que receitou o medicamento da Roche?
Procurei o clínico geral, há oito anos, porque estava engordando demais. Ele me pediu alguns exames e constatou que estava com um problema na tireóide, que me fazia ganhar peso. É um problema emocional, que começou depois que eu sofri um assalto.
2 - Por que quis emagrecer? Sempre teve problemas com o peso?
Sempre tive tendência a engordar, por uma questão genética. Meu pai já chegou a pesar 120 quilos. Mas o peso aumentou ainda mais de uns dez anos para cá, quando tive uma torção no joelho e não consegui mais jogar futebol nem tênis. Esses esportes sempre me ajudaram a equilibrar a balança.
3 - Já tinha tentado outros métodos de emagrecimento antes? Quais? Como foi o tratamento?
Uma vez, em que havia passado dos 100 quilos, comecei a forçar os exercícios físicos e cheguei aos 87 quilos. Mas em pouco tempo retornei ao mesmo peso de antes.
4 - Após o início do tratamento com o medicamento da Roche, você mudou algum hábito alimentar?
Minha dieta é baseada nas indicações da endocrinologista. No café da manhã, como uma fatia de pão light com queijo branco e uma fruta, e tomo um iogurte. No almoço, carne grelhada e muita verdura. À noite, só um lanche. Claro que, de vez em quando, por conta de uma reunião ou evento profissional, acabo dando uma "escapadinha" e comendo um pouco mais. Ninguém é de ferro. Mas, em geral, tento me cuidar nesse aspecto.
5 - O que mais marcou sua vida por influência do medicamento da Roche?
O tratamento está valendo a pena por resgatar minha saúde. Os “indicadores” voltaram ao normal: pressão arterial, triglicérides e glicemia. E o que era pior: segundo o médico, tecnicamente, eu já era diabético. Tudo por conta do peso. Foi só emagrecer os 20 quilos que o nível de açúcar no sangue voltou ao normal. Isso me deixa satisfeito e mais aliviado. satisfeito e mais aliviado.
Anteriores Antônio Dias Soares Neto, 50 anos, médico Tenho mais capacidade laborativa, aumentei minha carga de trabalho. Também não ronco mais à noite e roncava muito. Enfim, tenho uma qualidade de vida bem melhor. Antônio Júlio de Azevedo Júnior, 53 anos, engenheiro Procurei a endocrinologista, primeiramente, por ter sido uma recomendação do cardiologista. Os 117 quilos estavam afetando minha saúde. Clara Maria Costa de Almeida, 54 anos, bancária atualmente aposentada O que me preocupa mesmo é o colesterol. Com o medicamento da Roche, além de diminuir o colesterol, também estou perdendo peso. Cláudia Chiva, 32 anos, psicóloga Comecei o tratamento para perda de peso há dois anos, porque engordei 25 quilos em função de um problema hormonal. Um dia estava passeando no shopping e desisti de comprar uma calça só para não ter que provar. Experimentar roupas tinha se tornado uma experiência muito constrangedora e frustrante. Decidi, então, experimentar umas peças que estavam esquecidas no guarda-roupa, para saber quanto faltava para eu voltar a caber nelas. Mas levei o maior susto quando constatei que elas estavam todas servindo. Foi quando vi que o tratamento estava dando certo mesmo. Já perdi mais de 20 quilos, mas não tinha essa percepção. Serviu para abrir os meus olhos. Fiquei muito feliz. Edméia Peres Mugarte, 46 anos, comerciante Agora, minha freqüência cardíaca é normal e não tenho problemas com o joelho. Também me sento numa cadeira de plástico sem receio de quebrá-la. Eduardo Alexandre das Neves, 28 anos, técnico de laboratório Ser chamado de ‘cheinho’ sempre me incomodou. Além disso, as pessoas percebem que perdi peso e que continuo bem, sem aspecto de doente. Elisângela dos Santos Miranda da Silva, 31 anos, dona de casa Pesava 85 quilos quando comecei a tomar o medicamento da Roche para perda de peso. Demorei de quatro a cinco anos para perder os 30 quilos que precisava, mas segui com muita tranqüilidade. Fernanda Ramos Borges de Souza, 25 anos, atendente Voltei a usar calça jeans. Havia um ano e meio que não vestia esse tipo de roupa. Só usava vestido, saia, calça social, e todas as peças de cores escuras. H.H.F.F.P., 44 anos, dona de casa, São Caetano do Sul, SP Adorei o Programa de Suporte ao Tratamento. Recebi livretos, revistas, folhetos, o material todo. Estou aproveitando todas as dicas. Iara Lombardi Fonseca Figueira, 54 anos, comerciante Hoje consigo olhar no espelho e gostar de mim. Acho que não há mulher no mundo que esteja com excesso de peso e que se veja linda diante do espelho. Inês Aparecida de Oliveira Demarque, 51 anos, comerciante Consigo me equilibrar sobre um sapato de salto alto e posso comprar os mais bonitos que encontrar. Acima do peso, não tinha roupa bacana para combinar com eles. Márcio Luiz Previatti, 39 anos, supervisor de vendas Agora uso camisa pólo ou camisetas mais justas. Como o abdome reduziu bastante, não tenho mais aquele volume todo debaixo da roupa. Maria Aparecida Antioro Estoco, 52 anos, socióloga Ia fazer uma cirurgia plástica no abdômen e precisava perder peso. Eu tinha tentado todas as dietas possíveis, até acupuntura, mas nada trouxe resultado. Maria Clara das Dores Pacheco, 57 anos, funcionária pública aposentada Diminuí a quantidade de alimentos ingeridos e evito gordura. Não fico sem legumes ou frutas. Avalio que melhorei bastante no aspecto alimentação. Maria Cristina Cintra de Jesus de Oliveira Procuro ingerir mais frutas e folhas. O interessante é que meus filhos também acabaram aderindo a uma refeição mais saudável. Maria da Conceição Brasil Embiruçu, 49 anos, funcionária pública federal atualmente aposentada Reduzi a ingestão de açúcar e exclui a bebida alcoólica, mas não deixo de comer nada de que esteja com vontade. Tenho uma alimentação normal, sem excessos. Maria de Fátima Latorraca, 51 anos, professora Os primeiros especialistas que consultei queriam que me submetesse a uma cirurgia de redução de estômago. Mas eu tinha consciência de que não era necessário. Maria Luiza Sobral Pirricelli, 52 anos, bibliotecária Passei a fazer de cinco a seis refeições diárias, como deve ser. Às vezes a gente acha que fazer dieta é eliminar o número de refeições, o que é errado. Maria Regina Ventura Medeiro Simões, 61 anos, costureira Tanto o cardiologista quanto o endocrinologista indicaram o mesmo medicamento, e eu confio neles. Emagreci e a taxa de diabetes também está controlada. Nilma Machado de Almeida, 50 anos, médica Estou mais bonita, mais magra, mais vistosa. Acho ótimo vestir uma roupa mais estreita. Hoje também uso roupas claras. Além disso, meu astral foi lá para cima. Ricardo Avelar Campos, 40 anos, engenheiro civil Fazia um bom tempo que estava com peso excessivo e até já tinha até me acostumado com ele. Mas cheguei à conclusão de que era hora de buscar qualidade de vida. Roberto A., São Paulo, SP Eu estava com minha auto-estima baixa e me sentindo supermal fisicamente. Resolvi mudar essa situação e começar a fazer uma reeducação alimentar. Sidney Cano Munhoz, 58 anos, empresário Sinto que recuperei dez anos da minha vida. E é muito bom fazer um guarda-roupa novo, aposentar aquelas roupas grandes. Não quero mais voltar a engordar. Sofia Amélia Ablas Dias Corrêa, 56 anos, bancária aposentada Estava com 82 quilos quando iniciei o tratamento com o medicamento da Roche. Perdi 8 quilos e estou satisfeita com o resultado obtido até agora. Vânia Baratella Camim, 48 anos, dona-de-casa Perdi peso, achei que minha pele ficou mais bonita e meu intestino passou a funcionar melhor. Antes, tinha que comer muita verdura e tamarindo para ele trabalhar direito. Walkíria Magda Xavier, 43 anos, gerente comercial Você não imagina o que é ter que procurar calça de tamanho 54 para vestir. Você pode ter bom gosto, mas acaba tendo que usar o que encontra no mercado. Zilah Soares dos Santos, 67 anos, dona de casa Perdi seis quilos e notei uma aparência mais jovem na minha face. Quando perdemos peso, ficamos com o rosto mais afinado, mais bonito. Zuleica Moreira Mendes de Oliveira, 67 anos, bancária Nada me incomoda ou aborrece, mesmo quando passei por sérios problemas de saúde. Eu pesava 114 quilos e hoje estou com 84 quilos. Yara Simone de Souza Micelli, 55 anos, funcionária pública estadual Agora consigo comprar roupas aqui no Brasil. Nos últimos anos, por causa dos meus 75 quilos, só fazia compras em lojas dos Estados Unidos.
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